sexta-feira, 3 de junho de 2011

UnB Agência, 27/05/2011: Comentários Secretário de Obras dá ultimato à construtora da UnB Ceilândia

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UnB Agência

NOVOS CAMPI - 27/05/2011

Secretário de Obras dá ultimato à construtora da UnB Ceilândia
Empresa deve apresentar justificativas e pedir nova prorrogação. Proposta é entregar todo o primeiro prédio no dia 26 de junho

João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O secretário de Obras do DF, Luiz Pittmann, visitou as obras do novo campus da UnB Ceilândia nesta quinta-feira e deu um ultimato à construtora UniEngenharia: caso o primeiro prédio não esteja totalmente pronto até o dia 26 de junho, o contrato será encerrado e haverá multa por descumprimento de contrato. A empresa tinha prazo até 30 de maio para concluir o primeiro andar do prédio, mas a data não será cumprida mais uma vez.
Desde o início das obras foram sete adiamentos. Segundo o engenheiro responsável pelos prédios, Rogério Vedovelli, o bloco de laboratórios que deveria ser entregue em 30 de maio não ficará pronto a tempo e a conclusão do segundo bloco, previsto para 26 de junho, também será adiado. O GDF cogita encerrar o contrato com a UniEngenharia, mas teme que fazer outra licitação atrase ainda mais a conclusão das obras. "Não podemos mais esperar", diz a diretora da UnB Ceilândia, Diana Pinho. "É uma irresponsabilidade. Temos turmas do sexto e sétimo semestre que precisam de instalações específicas que hoje estão comprometidas para uma formação adequada”, critica Diana.   
A diretora de Edificações da Novacap, Maruska Lima de Sousa, afirma que o governo aguarda um documento da Uni Engenharia com justificativas para o novo atraso e o pedido de prorrogação do contrato. “Vamos analisar as justificativas antes de tomar uma decisão”, pondera. “Legalmente, o não cumprimento do contrato prevê a aplicação de multas diárias à empresa e até uma nova licitação”, completa. A Novacap fará a fiscalização no local quatro vezes por semana. O contrato para a construção da subestação de energia já foi retirado da UniEngenharia.
Segundo a arquiteta Adriana Valquíria Rosa, representante da Uni Engenharia, a empresa deve entregar uma carta com as justificativas e o comprometimento com novos prazos ainda este semestre nos próximos dias. “Tivemos pedidos de alteração nos projetos, chuvas, a crise no governo passado. Todos esses fatores acabam atrasando o andamento das obras”, argumenta ela.
Estudantes, professores e servidores do campus de Ceilândia aguardam a conclusão das obras há dois anos e meio. Um dos principais problemas da UnB Ceilândia é a falta de laboratórios. Segundo a professora Diana Pinho, é impossível receber os alunos do próximo semestre na atual conjuntura. “Já não acreditamos mais em promessas de novos prazos”, afirma. 

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UnB Agência, 30/05/2011: UnB elege delegados para Congresso da UNE

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UnB Agência

MOVIMENTO ESTUDANTIL - 30/05/2011


UnB elege delegados para Congresso da UNE
Serão 27 representantes da universidade no encontro que acontece em Goiânia. Eleição será nos dias 8 e 9 de junho

Leonardo Echeverria - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune) será nos dias 13 a 17 de julho, no campus da Universidade Federal de Goiás. São esperadas mais de 7 mil pessoas, discutindo temas como o Plano Nacional de Educação, assistência estudantil, fundações de apoio e a MP 520, que cria uma empresa pública para gerenciar todos os hospitais universitários do país.
A UnB terá 27 delegados no congresso. Quem quiser participar deve inscrever sua chapa com no mínimo sete integrantes até terça-feira, 31 de maio, na sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE). A eleição das chapas que vão representar a universidade acontece nos dias 8 e 9 de junho. Haverá urnas espalhadas pelo quatro campi. Todos os alunos podem votar.
Já na quinta-feira, 2 de junho, as chapas inscritas se encontram para um debate no Ceubinho, às 12h. O objetivo é apresentar suas propostas para serem levadas ao Conune. O DCE terá dois ônibus que vão levar os representantes da UnB até Goiânia.
Os integrantes das chapas candidatas devem se inscrever levando os seguintes documentos, de cada um dos integrantes: cópia de documento com foto e comprovante de matrícula.

SERVIÇO

Contatos:
Mel Gallo: 8443-3004
Bruno Borges: 9994-5350
Vítor Guimarães: 9946-5966

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UnB Agência, 01/06/2011: Políticas de cotas são avaliadas em audiência pública na universidade

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UnB Agência

DIVERSIDADE - 01/06/2011

Políticas de cotas são avaliadas em audiência pública na universidade
Ações para ampliar a presença da população negra em instituições de ensino superior públicas foram discutidas no Auditório da Reitoria

Hugo Costa - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Quase sete anos após a implantação das cotas raciais que reservam 20% das vagas de seus cursos de graduação para estudantes negros, a Universidade de Brasília sediou, na manhã de terça-feira, audiência pública para avaliar os resultados alcançados e debater a ampliação de políticas afirmativas. Sugerido pela senadora Ana Rita (PT-ES), o encontrou se estendeu por mais de quatro horas e lotou o auditório da reitoria. “Estou pronta para ouvir vocês e fazer um relatório mais fiel ao que os movimentos desejam”, disse em sua apresentação.  A parlamentar é a relatora na Comissão de Constituição e Justiça do Projeto de Lei da Câmara 180/2008, que trata de mudanças no acesso aos ensinos superior e técnico.
O desempenho de estudantes cotistas é muito similar ao dos que ingressaram pelo sistema universal, indicam os dados apresentados na audiência. Pesquisadora dos efeitos da implantação dessa política na UnB, a professora Maria Eduarda Tannuri-Pianto, do Departamento de Economia, trouxe informações de que é praticamente nula a diferença entre as notas de negros beneficiados e não beneficiados pelas cotas. No geral, os alunos brancos têm rendimento de 0,3 ponto maior em uma escala de 0 a 10.  Segundo os indicadores, as famílias dos estudantes negros são em média mais pobres e menos escolarizadas. Cerca de um quarto dos alunos afro-descendentes tem renda familiar inferior a três salários mínimos. Entre os brancos, o índice é de 8,3%. “Existe uma correlação entre raça e classe social”, disse.
Na análise da professora, o sistema de cotas pode gerar comportamentos opostos: o estudante admitido pode sentir-se estimulado por integrar uma universidade de prestígio ou acomodar-se pelo ingresso facilitado. O próximo passo dos estudos de Tannuri-Pianto é avaliar o desempenho e o reconhecimento dos alunos beneficiados em seus empregos. “Essa pesquisa só vai estar completa quando soubermos como os cotistas estão no mercado de trabalho”, afirmou.       
Procurador de Justiça e professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Augusto Werneck comparou os sistemas de cotas adotados na UnB e em universidades fluminenses. Ele considera o modelo de Brasília “mais puro e mais autêntico” por ter surgido de manifestações acadêmicas. No Rio, a reserva de vagas é determinada desde 2001 por leis estaduais. Werneck mostrou-se favorável à implementação de cotas para afro-descendentes também em programas de estágio e no serviço público. “Precisamos reparar a grande dívida social que o Brasil tem com os negros”, defendeu.
Símbolo do movimento negro no país, o frei David Santos parabenizou as políticas adotadas na seleção da UnB classificadas como “firmes e corajosas”, mas criticou de forma geral os processos de admissão ao ensino superior. “O vestibular foi e é um dos atos mais cruéis contra os pobres e os negros no Brasil”. Segundo ele, há no país um racismo institucional apoiado pelo não reconhecimento dos prejuízos causados pelo período de escravidão e pela falta de recursos e políticas públicas.  O frei é líder e fundador da Organização Não Governamental Educafro, que, entre outras atividades, promove cursos pré-vestibulares gratuitos para negros e pobres.
Após as apresentações iniciais, a plateia pode perguntar e fazer considerações sobre o assunto. Muitos pediram a ampliação das cotas para cursos de pós-graduação e outros segmentos. O grupo de estudantes Afroatitude cobrou a ampliação das bolsas destinadas a permanência de alunos negros na UnB.  Em um momento emocionante, a ex-empregada doméstica e hoje advogada Josefina Serra dos Santos ressaltou o valor da educação. Ela contou sua trajetória, da infância pobre do interior do Maranhão até assumir no início do ano a Coordenadoria para Assuntos da Igualdade Racial do Distrito Federal. “Sou filha de quebradeira de Babaçu e trabalhei 16 anos em casa de família”, contou antes de ser ovacionada pelos presentes. 
O reitor José Geraldo de Sousa Junior considera que audiências desse tipo tem “alto valor para a afirmação de direitos”. Ele lembrou da recente morte do professor e ativista negro Abdias do Nascimento (leia aqui) e disse que a adoção de uma política de cotas na UnB foi “um chamado para atender a uma obrigação social”. Após agradecer a participação dos movimentos e dos especialistas presentes, a senadora Ana Rita comprometeu-se a avaliar as reivindicações e a sugerir a inclusão de emendas ao PL 180/2008 e ao orçamento.
STF – Implantado no segundo semestre de 2004, o sistema de cotas da UnB não é uma iniciativa consensual. Há dois anos, o partido Democratas protocolou pedido de suspensão da reserva de vagas no Supremo Tribunal Federal (leia aqui). A alegação é de que a cor da pele não seria um fator limitante ao ingresso na universidade. Pelo menos duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra cotas também tramitam na mais alta corte do país. Ainda não há data para os julgamentos.  

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UnB Agência, 02/06/2011: Restaurante Universitário não abre nesta quinta-feira

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UnB Agência

COMUNIDADE - 02/06/2011

Restaurante Universitário não abre nesta quinta-feira
Funcionários da empresa Monte Sinai, que representam 65% dos trabalhadores do refeitório, não foram trabalhar porque não receberam vales-transporte

Ana Lúcia Moura - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O Restaurante Universitário não abrirá nesta quinta-feira, 2 de junho. Quase todos os 150 funcionários da empresa Monte Sinai, que presta serviços para a Universidade de Brasília no refeitório, não foram trabalhar. Eles alegam que não receberam o vale-transporte do mês, previsto para ser pago até esta quarta-feira.
A direção do RU ainda não sabe quando poderá retomar as atividades. “Esperamos que o problema seja resolvido ainda hoje, mas ainda não conseguimos falar com a direção da empresa”, afirma Cristiane Costa, diretora do restaurante. O diretor da Monte Sinai, Raimundo Tanure, alega que o pagamento já foi feito e deve entrar na conta dos funcionários ainda hoje. “Houve um problema no processamento do banco onde depositamos os valores que nos impediu de fazer o pagamento antes”, justificou.
Cristiane explica que os trabalhadores da Monte Sinai representam maioria nos serviços ligados à cozinha, como produção e distribuição das refeições. “Sem eles, não há como viabilizar as atividades”, afirma. O restaurante conta com um total de 230 funcionários, dos quais 54 são servidores do quadro da UnB.

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UnB Agência, 02/06/2011: Senado derruba empresa pública dos hospitais universitários

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UnB Agência

SAÚDE - 02/06/2011

Senado derruba empresa pública dos hospitais universitários
Oposição estende a sessão deliberativa até a madrugada desta quinta-feira e as duas MPs 520 e 521 perdem a validade
- Da Assessoria de Comunicação do HUB

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) era a aposta do governo federal para resolver a situação precária dos 46 hospitais universitários do Brasil. Quase todos eles têm problemas de financiamento e trabalham com 26 mil funcionários – incluindo médicos e enfermeiros – em situação irregular. Porém, a criação da empresa foi derrubada na madrugada desta quinta no Senado.
A oposição conseguiu que a MP 520, que criava a EBSERH, não fosse votada e perdesse sua validade. A proposta já fora aprovada na Câmara, mas agora terá que ser reeditada e enviada novamente para análise dos parlamentares.

A MP visava, entre outros pontos, atender o Acórdão 1520/2006 do Tribunal de Contas da União (TCU). Em 2008, relatório do tribunal cobra uma série de medidas gerenciais, entre elas, a substituição de todos os funcionários precarizados e a criação de indicadores de avaliação de gestão, atenção à saúde, ensino e pesquisa.

A EBSERH seria responsável por manter o atendimento nos hospitais universitários, contratar pessoal pela CLT, implantar sistema único de gestão e apoiar atividades de ensino e pesquisa, tal como uma fundação.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que a derrubada das MPs é um recado ao governo. "Na violência, na truculência e no desrespeito às regras regimentais, todos perdem, e mesmo com a utilização do rolo compressor, nem sempre é possível o governo ganhar", afimou à Agência Senado.

POLÊMICA – O governo federal dava como certa a aprovação da MP 520. Em diversas ocasiões, o ministro da Educação Fernando Haddad manifestou esta convicção. Na manhã desta quinta-feira, o secretario de Ensino superior do Ministério da Educação, Luis Cláudio Costa, afirmou hoje ainda avalia o invalidação da MP pelo Senado. “Ainda estamos avaliando a extensão da situação para nos manifestar-mos sobre o assunto.

Segundo o relator da MP 520 na Câmara dos Deputados, Danilo Forte, o governo pode reeditar o documento por meio de projeto de lei em regime de urgência. Fonte considera que a discussão sobre a matéria deve ter a participação das universidades federais.

- As universidades precisam apresentar uma solução para um problema que é delas. Os gestores necessitam entrar neste debate, oferecendo respostas e serem protagonistas desta discussão.

O vice-reitor da Universidade de Brasília, João Batista, afirma que o posicionamento das universidades sobre a MP 520 foi tomado no fórum adequado, na Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

- Os reitores decidiram não se posicionar sobre este assunto, não discutir esta matéria. Com a decisão ocorrida no Senado, voltamos à mesma situação, porque a questão sobre financiamento e pessoal continua aberta.

O assessor parlamentar da UnB, Júlio Araújo, explicou que as MPs 520 e 521 não podem mais ser votadas na atual legislatura, mas indicou que o governo poderia inserir uma emenda em outra medida provisória de modo a aprovar esses dois assuntos. Araújo considera que as universidades têm pouco poder de intervenção no encaminhamento das MPs, sobretudo no que diz respeito à 520.

- As universidades estão divididas sobre este tema. Caso houvesse um consenso, poderiam fazer um movimento e pedir à oposição a aprovação dessa medida. Tal como estamos, somos um pólo menor nesta discussão.

EUFORIA – No meio sindical, em uma semana, os sindicalistas foram do desânimo à euforia. Rolando Malvásio Júnior, coordenador geral da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra),  considera positiva a derrubada da MP 520. “Hoje é um dia para não ser esquecido por nenhum de nós, pois lavamos a nossa alma”, disse.

Na última quinta-feira, o mesmo dirigente afirmara que a aprovação da MP 520 na Câmara dos Deputados havia sido um duro golpe no serviço público. “Foi a segunda ou terceira maior derrota dos movimentos sociais na última década ocorrida pelas mãos de um governo que dizia ser oriundo das classes trabalhadoras, mas que está claramente a serviço do grande capital.
A MP 520 foi alvo de discussões no Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União, que se posicionaram contra a matéria em evento realizado em abril, na Procuradoria Geral da República. Na semana passada, o Partido da Social Democracia Brasileiro (PSDB) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o documento, o partido acredita que o objetivo da medida  era “permitir que a contratação de pessoal para os hospitais universitários escape à obrigatoriedade do concurso público”.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 02/06/2011: Embaixadores conhecem possibilidades de acordos com a UnB

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UnB Agência

INTERNACIONALIZAÇÃO - 02/06/2011

Embaixadores conhecem possibilidades de acordos com a UnB
Atualmente, 456 estudantes e 158 professores estrangeiros estão na UnB. A Colômbia é o país que têm o maior número de alunos estudando aqui

Thássia Alves e Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

A Universidade de Brasília convocou embaixadores lotados no Brasil para discutir possíveis acordos de cooperação com instituições de outros países. Quarenta e um representantes estiveram representados no encontro promovido nesta quinta-feira, no Auditório da Reitoria. Com a cooperação de outros países, a UnB pretende aumentar a avaliação dos cursos de pós-graduação com notas 5 e 6 na CAPES. “São cursos com avaliações muito boas, que dependem apenas de aumentar seu nível de internacionalização para chegar mais próximo da nota máxima”, disse Ana Flávia Granja e Barros, diretora do Assessoria de Assuntos Internacionais. 

Ela explicou aos diplomatas que o ponto de partida para acordos de cooperação é um termo de compromisso, disponibilizado na página do INT em português, francês, espanhol e inglês. É com esse documento que o intercâmbio de estudantes, parcerias em pesquisas e realização de eventos podem ser efetuadas. “De acordo com as especificações de cada instituição, esse modelo pode sofrer alterações para atender às demandas”, conta. As universidades estrangeiras também podem apresentar propostas específicas, de acordo com suas demandas. “Nesse caso, os pesquisadores da UnB avaliam a sugestão”.

Atualmente, 456 estudantes e 158 professores estrangeiros estão na UnB. A Colômbia é o país que mais tem alunos estudando aqui. São 142 estudantes. Já os docentes, em sua maioria, vêm da Argentina. O país com que a UnB possui mais acordos é a França. São 39 acordos de cooperação com instituições de ensino e pesquisa. Sendo 16 na modalidade de co-tutela, onde dois professores, um da UnB e outro da instituição estrangeira, dividem a orientação de uma mesma tese de doutorado. “Ao final, o estudante recebe dois diplomas. Atualmente temos 20 projetos em cotutela e pretendemos aumentar esse número”, afirmou Ana Flávia. 

Ria Uki Suharsi, segunda secretária da embaixada da República da Indonésia, disse que uma das dificuldades para firmar acordos de cooperação com a universidade é a língua. Naquele país, o idioma oficial é o indonésio, e se fala também sundanês e javanês, mas muito pouco inglês, por exemplo. Ana Flávia disse que um dos objetivos da UnB é oferecer cursos e disciplinas em outras línguas. “É uma forma de tornar a universidade mais atrativa para instituições e estudantes estrangeiros. Acreditamos que em um ou dois anos teremos essa política estabelecida na universidade", afirmou. "Atualmente o que fazemos é permitir, por meio de combinação com os professores, que estudantes estrangeiros possam fazer seus trabalhos em inglês ou outra língua”.

Abdeslam Maleh, conselheiro da embaixada do Marrocos, também acredita que a língua pode oferecer dificuldades, mas que não impossibilita parcerias. Segundo ele, na Universidade Mohammed V, localizada na capital Rabat, há uma cátedra de estudos em língua portuguesa. “Poderíamos criar na UnB uma cátedra de estudos marroquinos, por exemplo. Temos cursos em francês e inglês”, disse. Maleh afirmou que o maior problema é falta de divulgação das possibilidades de intercâmbio e parcerias. “Precisamos superar as nossas ignorâncias e das dos outros sobre nós”, afirmou. 

Uma nova reunião será marcada em até 10 dias para embaixadores que possuem o frânces como segunda língua. O pedido foi feito por representantes de países árabes e africanos. 

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 02/06/2001: UnB fará levantamento para melhorar acessibilidade nos campi

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UnB Agência

MINORIAS - 02/06/2011


Mariana Costa/UnB Agência
 
UnB fará levantamento para melhorar acessibilidade nos campi
Ponto de partida do estudo com conclusão prevista para o segundo semestre foi o envio de questionários para avaliar as limitações de acessibilidade em cada unidade acadêmica

Hugo Costa - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Os obstáculos e as falhas nas estruturas que dificultam a vida de estudantes com necessidades especiais na Universidade de Brasília começaram a ser listados no mês passado. O Programa de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (PPNE) enviou questionários a 65 unidades acadêmicas para avaliar as limitações de acessibilidade dos institutos, faculdades e departamentos. O levantamento dará origem a uma pesquisa que apontará as intervenções necessárias para garantir uma educação mais inclusiva nos quatro campi.   
“Pensamos que com esse estudo conseguiremos dar início à solução de muitos desses problemas”, avalia o coordenador do programa, José Roberto Vieira. Cadeirante, ele vive no cotidiano as dificuldades de se locomover pela UnB. Entre as barreiras enfrentadas, destaca falta de rampas em locais como o Instituto Central de Ciências (ICC), elevadores quebrados e má qualidade das calçadas. “Temos, principalmente nos prédios mais antigos, uma imensa limitação de acesso”, afirma. A quantidade insuficiente de pistas tácteis também foi apontada como fator limitante para estudantes com deficiência visual.  
       
Mariana Costa/UnB Agência
A falta de rampas em locais como o ICC é uma das dificuldades para deficientes

A avaliação do PPNE não está restrita às instalações físicas. O questionário também abrange a qualidade do atendimento aos estudantes com deficiências e os níveis de acesso à comunicação e à tecnologia. “Temos percebido que em certas unidades há pouco conhecimento e falta preparo para lidar com essas pessoas com demandas específicas”, diz José Roberto. Segundo o coordenador, a universidade tem 68 alunos com necessidades especiais. Entre eles, 38 são cegos, surdos ou têm dificuldades motoras. Os demais apresentam dislexia ou outros problemas relacionados ao déficit de atenção. 

Mariana Costa/UnB Agência
Flagrante de desrespeito à lei: carro estacionado em rampa de acesso

Desrespeito – Os obstáculos enfrentados pelos portadores de necessidades especiais não se resumem a falhas nos serviços e estruturas da universidade. O descumprimento de leis e a falta de educação também são barreiras para a acessibilidade. A psicóloga escolar do PPNE lamenta que muitas das vagas reservadas aos estudantes com necessidades especiais nos estacionamentos da universidade sejam utilizadas por quem não tem direito. “É irritante o que muitas pessoas fazem. Os espaços reservados e os acessos muitas vezes são bloqueados e causam um enorme prejuízo para quem de fato precisa”, diz.
A conclusão da pesquisa do Programa de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais, que é vinculado à Vice-Reitoria, está prevista para o segundo semestre. As informações consolidadas serão encaminhadas ao Decanato de Ensino de Graduação.
Para viabilizar os estudos, foram oferecidas quatro bolsas financiadas pelo Programa de Apoio a Planos de Reestruturação das Universidades Federais (Reuni) para estimular a participação dos alunos. Géssyca Sousa Santiago, do 4º semestre de Serviço Social, é uma das estudantes envolvidas na pesquisa. “Essa é uma área que me interessa porque já tenho certo conhecimento”, afirma. Mesmo a par das demandas, ela relata ter ficado surpresa com a falta de estrutura da instituição para atender esse público de forma adequada. 
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Câmara de Notícias, 01/06/2011: Câmara aprova eleição direta para reitores de universidades públicas

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Agência Câmara de Notícias

01/06/2011 13:14

Câmara aprova eleição direta para reitores de universidades públicas

Proposta também determina que haja representação da sociedade nos órgãos máximos de deliberação das instituições públicas de ensino superior.
Arquivo - Laycer Tomaz
Maurício Quintella Lessa
Lessa considerou o projeto constitucional.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira proposta que estabelece a eleição direta para escolha de reitores, vice-reitores e diretores das instituições públicas de educação superior. Conforme a proposta, participarão da votação os professores, alunos e servidores técnico-administrativos, nos termos do disposto em seus estatutos e regimentos.
A proposta, que tramitou em caráter conclusivo, retorna para o Senado, por ter sido alterada na Câmara.
O texto também determina que o órgão colegiado deliberativo superior das instituições públicas de educação superior será formado de forma democrática, com 2/3 dos assentos ocupados por membros da comunidade acadêmica e 1/3 por representantes da sociedade civil local e regional.
Em cada um dos demais órgãos colegiados e comissões, os professores ocuparão 70% dos respectivos assentos, inclusive nos que tratarem de elaboração e modificações estatutárias e regimentais, bem como da escolha de dirigentes.
O texto aprovado foi o substitutivo da Comissão de Educação e Cultura aos projetos de Lei 4646/04, do Senado, e 3674/04, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA). As propostas modificam a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
De acordo com a Lei 9.192/95, cabe ao presidente da República indicar os reitores das universidades federais, a partir de uma lista de três nomes apresentada pelos respectivos conselhos universitários. Quanto aos órgãos colegiados máximos das universidades, são compostos apenas pela comunidade acadêmica, conforme a LDB.
O relator da proposta foi o deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), que apresentou parecer favorável. A análise da CCJ se limitou aos aspectos de admissibilidade da proposta (constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa).
Da Redação/WS

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terça-feira, 31 de maio de 2011

UnB Agência, 31/05/2011: IP reclama de atraso em entrega de laboratório

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UnB Agência
INFRAESTRUTURA - 31/05/2011

IP reclama de atraso em entrega de laboratório
Equipamento de climatização não foi instalado. Pesquisas são prejudicadas

Thássia Alves - Da Secretaria de Comunicação da UnB



Estudantes e professores do Instituto de Psicologia protestaram nesta terça-feira, 31 de maio, contra o atraso na entrega do laboratório de Ciências do Comportamento. Em 2009, foi iniciado o processo de compra de um equipamento responsável pela climatização do espaço. Mas até hoje os aparelhos não foram instalados. De acordo com a Prefeitura do Campus, o equipamento será instalado até a seman que vem. Na próxima quinta-feira, estudantes e professores terão uma reunião com a Administração Superior para discutir o caso.

Em 2010, a queda de um raio danificou uma das partes do equipamento, a placa de controle. “A empresa disse que a UnB deveria ser responsável pelo que aconteceu e nós afirmávamos que a culpa era deles”, disse o prefeito Paulo César Marques. O caso foi levado à Procuradoria Jurídica da universidade que constatou que a empresa era a responsável. Na tentativa de acelerar a entrega do laboratório, a Prefeitura se comprometeu a comprar o equipamento. “Isso aconteceu em 8 de abril. Tivemos uma reunião com a professora Gardênia e demos o prazo de 60 dias”, conta Paulo César.

Para Gardênia Abbad, diretora do Instituto de Psicologia, o que foi acordado na reunião de abril é que o espaço estaria pronto para ser usado em 60 dias. “A Prefeitura entende que esse era o prazo para chegada dos materiais, para nós nessa data já estaríamos usando o laboratório”, afirma.  “A comunidade não quer mais esperar”. A professora diz que teve todo apoio da Prefeitura durante todo o processo de montagem do laboratório. “Eles limparam o espaço, fizeram perícias, deixaram as paredes pintadas, mas a empresa não fez o que prometeu”, afirmou.

Sem o espaço, Gardênia conta que os alunos acabaram fazendo pesquisas em uma faculdade particular. “Um professor nosso conseguiu que eles usassem os laboratórios do Iesb. É lá que eles estão pesquisando. Isso é muito vexatório”, disse. Apesar de não estar em condições de uso, ainda existem professores e alunos que usam o local. “Alguns docentes entraram com um processo de insalubridade. Se a gente não resolver, vai haver uma interdição”, conta a professora. Além da instalação do equipamento, é preciso realizar um limpeza nos dutos de ar e dar treinamento aos servidores que vão operar o equipamento.

A maior demanda dos alunos é por pesquisas. “No laboratório, podemos usar ratos e pombos como sujeitos experimentais. Mas com essas condições, não podemos mantê-los lá”, conta Kellen Lima, estudante de doutorado. Kellen fez o mestrado na UnB e para concluir sua dissertação foi obrigada a usar os laboratórios do Iesb. “Tive que coletar os dados para o estudo em uma instituição particular. Então, eu e meus colegas cansamos disso”, conta. “Se a instalação acontecer nos próximos dias, será ótimo”.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 02/09/2010: RU serve café da manhã

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UnB Agência

COMUNIDADE - 02/09/2010

RU serve café da manhã
Refeição custa o mesmo preço do almoço e é servida das 7h às 9h

Juliana Braga - Da Secretaria de Comunicação da UnB


O Restaurante Universitário (RU) começou a servir café da manhã nesta semana. O serviço é uma demanda dos estudantes e espera atender 500 pessoas por dia. A refeição custará o mesmo preço do almoço, que varia entre R$ 0,50 e R$ 5, e será servida das 7h às 9h nos refeitórios 5 e 6.

O restaurante oferece duas opções de cardápio: o padrão e o vegetariano. Em ambos haverá café, chá, suco natural e frutas. No padrão, será oferecido também leite integral e desnatado, pão francês com margarina e uma opção de proteína, como ovos mexidos ou hambúrguer de carne assado. Já no vegetariano, leite de soja, pão francês integral e uma opção de pasta.

Por enquanto, o café da manhã será servido com um cardápio provisório. O RU aguarda a conclusão da licitação para geleias, polpas de frutas para aumentar as opções de sucos e proteínas como presunto. Também serão comprados utensílios próprios, como pires e xícaras. O atraso aconteceu porque o vencedor da licitação desistiu do contrato e o RU teve de chamar o segundo colocado.

A diretora do RU, Cristiane Costa, optou por começar o servir o café da manhã mesmo com o cardápio provisório não interromper o serviço para os moradores da Casa do Estudante Universitário (CEU), já que o contrato com a empresa que oferecia a refeição acabou no dia 31 de agosto. “Preferimos começar o serviço logo para todos com o que já tínhamos e ir complementando com o tempo”, explica. A previsão é de que até o início do próximo semestre as licitações estejam concluídas.

O café da manhã já era uma demanda antiga dos estudantes. “Toda vez que havia um congresso, por exemplo, os alunos pediam o café da manhã”, conta Cristiane. Mas nos dois dias em que está sendo oferecido, muitos servidores também foram ao RU pela manhã. A previsão é de atender até 500 pessoas por dia. Nesta quarta-feira, 1º de setembro, segundo dia de funcionamento do RU pela manhã, cerca de 120 tomaram o café.

O cardápio será disponibilizado no site do RU

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 11/02/2011: RU ficará fechado para reforma de 14 de fevereiro a 20 de março

Presente em: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4620

UnB Agência

COMUNIDADE - 11/02/2011



RU ficará fechado para reforma de 14 de fevereiro a 20 de março
Parte elétrica será trocada para receber novos equipamentos. Caixa d'água e infiltrações também serão reparadas durante o período

João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB


O Restaurante Universitário da UnB ficará fechado para reforma a partir desta segunda-feira, 14 de fevereiro, até o dia 20 de março, véspera do início das aulas. A parte elétrica da cozinha central será trocada para receber novos equipamentos e outros pequenos reparos, como a impermeabilização da caixa d’água e o reparo de infiltrações, também serão executados no período que antecede o início das aulas do primeiro semestre de 2011.

A diretora do restaurante, Cristiane Costa, explica que a energia disponível no RU hoje não suporta a demanda dos novos equipamentos. “Trocaremos toda a parte elétrica da cozinha e vamos aproveitar para fazer outros pequenos reparos”, explica. “Vamos passar parte desses dias sem água e sem luz”, completa. 

Entre as novidades estão um ultra refrigerador (que congela as comidas prontas rapidamente), cinco fornos combinados (que combinam vapor seco e vapor úmido no preparo dos alimentos) e um processador para corte. “São equipamentos que vão trazer mais agilidade no preparo e mais qualidade na alimentação oferecida”, ressalta Cristiane. Segundo o contrato, a empresa responsável tem 20 dias para concluir a obra.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 13/12/2010: Comentários RU fecha no Natal e Reveillón

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UnB Agência

COMUNIDADE - 13/12/2010

RU fecha no Natal e Reveillón
Restaurante Universitário não servirá refeições nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro. Provas do vestibular manterão o refeitório fechado também no dia 18


Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O Restaurante Universitário vai fechar nos dias 24 e 31 de dezembro, véspera do Natal e do Reveillón, além dos próprios feriados relativos às datas, nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro. No dia 15, o refeitório vai oferecer apenas o café da manhã, por causa da confraternização dos funcionários. Já no dia 18, permanecerá fechado, quando será utilizado para a realização da prova do vestibular. Durante os demais dias, funcionará normalmente. 

“Por causa da demanda, que é baixa neste período, e do recesso, trabalharemos em regime de escala, com metade dos funcionários, mas o funcionamento será normal", informa a diretora do RU, Cristiane Costa.
Na última semana, o restaurante funcionou precariamente. Neste sábado, 11 de dezembro, o refeitório não abriu por causa da troca das tubulações da caldeira. "A troca do equipamento aconteceu com atencedência em relação ao prazo estipulado. Durante a semana será concluído o revestimento térmico, mas as atividades não serão prejudicadas", adiantou Cristiane. 

Na segunda-feira, dia 6, o refeitório fechou por causa de inspeção do Ministério Público do Trabalho na tubulação da caldeira. As refeições só foram servidas a partir das 13h. Dois dias depois, na quarta-feira, os funcionários terceirizados do local fizeram paralisação, porque não receberam o pagamento do mês, previsto para terça-feira. O dinheiro só saiu na quinta.

Segundo informações da Secretaria de Recursos Humanos da UnB (SRH), a empresa Monte Sinai, responsável pelos funcionários, alegou que feriado no estado da Bahia impediu o pagamento na data prevista. A empresa tem sede em Salvador. “Entramos em contato com a empresa, e o pagamento foi efetuado na quinta-feira”, explicou Júlio Versiani, responsável pela área de terceirização na SRH. 

Essa não é a primeira vez que a empresa Monte Sinai alega a impossibilidade de efetuar o pagamento por causa de feriado na Bahia. Em julho desse ano, os funcionários da empresa paralisaram as atividades por um dia pelo mesmo motivo. Saiba mais aqui. Desta vez, a data foi o dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Bahia, 8 de dezembro.

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UnB Agência, 06/06/2008: RU supervisionará alimentação

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UnB Agência

CASA DO ESTUDANTE - 02/06/2008


RU supervisionará alimentação
Equipe do restaurante fiscalizará qualidade das marmitas servidas nos fins de semana. Empresa que serve refeições pode ser mudada

Cristiane Bonfanti - Da UnB Agência

A decana de Assuntos Comunitários da Universidade de Brasília (UnB), Doris de Jesus Naves, já iniciou as articulações para garantir a melhoria da qualidade da alimentação servida aos moradores da Casa do Estudante Universitário (CEU) nos fins de semana. Uma equipe do Restaurante Universitário (RU) da UnB supervisionará, a partir de junho, as refeições dos estudantes, tanto do ponto de vista nutricional como da distribuição.

A iniciativa foi tomada por conta das reclamações por parte dos alunos a respeito de problemas que vão desde a qualidade dos alimentos, passando pela quantidade e diversidade, até a distribuição. A decana anunciou a medida aos moradores da CEU em reunião realizada na noite de sexta-feira, 30 de maio.

ACOMPANHAMENTO - “Queremos garantir a qualidade das refeições e a participação dos moradores nesse processo, para que haja também diversidade no que é servido”, explica Doris. Ela observou que os moradores poderão, ainda, visitar o local onde são preparadas as refeições, com data a ser definida. Além disso, está em estudo a possibilidade de trocar a empresa que fornece as marmitas.

Mesmo com a sinalização de mudanças na qualidade e na distribuição das marmitas, os estudantes ainda querem que elas sejam substituídas por uma bolsa alimentação no valor de R$ 200,00. Com o valor, eles comprariam tanto o café da manhã servido durante a semana, como toda a refeição distribuída aos sábados e domingos. 

Segundo eles, o compromisso havia sido assumido pela gestão anterior. “Gostaríamos que fosse levada em conta a padronização da nossa comida no dia-a-dia. Não há diferenciação e, com o dinheiro, poderemos fazer uma dieta mais balanceada”, explica a estudante do 8º semestre de Ciências Biológicas, Adriane Alves de Oliveira, 21 anos, moradora da casa.

FORMALIZAÇÃO - No entanto, a decana explica que, apesar de o benefício ter sido prometido pela administração anterior, não existe documento formal na Reitoria a respeito do assunto. “Não havia nenhum programa previsto no orçamento ou no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UnB. Dessa forma, seria ilegal transferir o dinheiro para os alunos”, detalha Doris.

Diante disso, a proposta dos alunos é que a administração da universidade forme uma comissão para discutir a possibilidade da criação da bolsa e sua inclusão no PDI da universidade. O pedido será avaliado pela administração e, se não for possível atendê-lo nos próximos meses, será sinalizado para a próxima gestão.
“Houve uma sombra em várias decisões. Tentamos acertar a situação e existe a vontade de reconhecer a legitimidade da demanda dos moradores”, ressalta a decana. Durante o encontro, também foi anunciada a realização do 2º Mutirão de Saúde para os moradores da CEU.

As duas próximas reuniões entre o decanato e eles estão marcadas para os dias 6 e 13 de junho, sempre às 20h. Nelas, serão debatidas as normas de convivência e a segurança na moradia estudantil, respectivamente.
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Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 19/05/2011: RU fecha amanhã e sábado para conserto da caldeira

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UnB Agência

COMUNIDADE - 19/05/2011

RU fecha amanhã e sábado para conserto da caldeira
Com funcionamento abaixo da capacidade desde janeiro, licitação para manutenção do equipamento foi concluída

Ana Lúcia Moura - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O Restaurante Universitário (RU) estará fechado nesta sexta-feira e sábado para conserto da caldeira utilizada no preparo diário das refeições. Desde janeiro, o equipamento funciona abaixo da capacidade e a direção do refeitória aguardava conclusão do processo de licitação para contratação da empresa que fará o reparo. 

Segundo a diretora do RU, Cristiane Costa, o restaurante volta a funcionar na segunda-feira. “A empresa contratada para realizar o serviço garantiu que concluirá o trabalho até o final do domingo”, disse. Os moradores da Casa do Estudante receberão auxílio no valor de R$ 15 por dia para que possam garantir café da manhã, almoço e jantar nos dois dias.  

O restaurante serve diariamente 4 mil refeições no almoço e 900 no jantar. Porém, na sexta-feira, o movimento é tradicionalmente menor, com 2,8 mil servidos pratos no almoço e 600 no jantar. “Decidimos fazer o conserto na sexta-feira, porque, mesmo ainda sendo um dia com grande número de usuários, é o que tem menos impacto para comunidade”, explicou Cristiane.

O equipamento será desligado ainda nesta quinta-feira, após o almoço, e os trabalhos iniciados no final da tarde. Serão trocadas 36 resistências do equipamento, feita a manutenção do painel de controle e concluída a troca da fiação. O conserto, que será realizado por uma empresa paulista, permitirá à caldeira operar em potência total, o que não ocorre desde o início de janeiro, quando houve uma pane em parte do sistema de resistência elétrica. 

A caldeira produz vapor para os caldeirões utilizados no preparo das refeições. Com a pane, apenas dois dos oito caldeirões utilizados normalmente pelos funcionários estão funcionando. “Estamos trabalhando com os dois caldeirões mais um forno combinado. É uma situação complicada, por isso, às vezes, temos desabastecimento, mas foi o que conseguimos fazer para não fechar o restaurante”, explica Cristiane. Dois caldeireiros do RU e um técnico do Centro de Manutenção de Equipamentos da Universidade de Brasília acompanharão o serviço. 

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 25/06/2010: RU só volta a funcionar no sábado

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UnB Agência

GREVE - 25/06/2010

RU só volta a funcionar no sábado
Apesar do fim da greve dos rodoviários na tarde de quinta, diretora diz que não há tempo para preparar as refeições de sexta-feira

Juliana Braga - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Apesar do fim da greve dos rodoviários nesta quinta-feira, 24 de junho, o Restaurante Universitário (RU) só voltará a funcionar no sábado, dia 26. Para servir as refeições, o restaurante precisa pré-preparar os alimentos e não daria tempo de voltar na sexta-feira. Até lá, continuarão sendo servidas apenas as refeições para os moradores da Casa do Estudante Universitário, no próprio alojamento.
Segundo a diretora do RU, Cristiane Costa, dos 126 funcionários de cozinha que trabalham lá, apenas um cozinheiro e menos de 30 auxiliares compareceram nessa quinta-feira. “Para preparar as refeições de sexta, precisaríamos de funcionários hoje para descongelar as carnes e começar a preparar os alimentos”, explica. Por isso o restaurante só volta a funcionar no sábado.
A abertura na segunda-feira depende do resultado do jogo do Brasil contra Portugal nessa sexta. Se a seleção ficar em primeiro lugar no grupo G, jogará na segunda-feira às 15h30 e o expediente na universidade será somente até às 14h. Sendo assim, o RU servirá apenas o almoço. O jantar seria servido somente para os moradores da CEU. Caso o Brasil fique em segundo lugar, jogará na terça-feira no mesmo horário e então as mudanças no funcionamento seriam no dia 22 de junho.
Para garantir o funcionamento na próxima semana, a diretora do RU está organizou uma escala para que 80% dos funcionários do quadro realmente voltem ao trabalho. Os servidores técnico-administrativos da universidade ainda estão em greve e, de acordo com determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), somente 80% os funcionários precisam voltar. “Se esses 80% dos servidores não voltarem, não conseguiremos funcionar normalmente”, conta Cristiane.
Dos 212 funcionários do restaurante, 70% são terceirizados e o restante é do quadro de servidores. Para que os 80% deles retornem, a diretora está ligando para cada um informando sobre a escala que foi montada. Caso não retornem, Cristiane teme que não consiga funcionar normalmente. "Nossa prioridade é o almoço, quando a demanda é maior. Se não houver funcionários, serviremos o jantar somente para os moradores da CEU", destaca.
O coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), Cosmo Balbino, garante que 80% dos funcionários estarão no restaurante na segunda-feira trabalhando normalmente. “O retorno foi aprovado em assembleia, então não há motivos para não irem. O servidor que decidir não cumprir a decisão judicial será responsabilizado por isso”, ressalta. Segundo ele, não haverá catraca liberada nem outro tipo de medida para inviabilizar o funcionamento do restaurante. “Houve essa proposta, mas ela não foi aprovada porque o prejuízo para a universidade seria enorme. A universidade é aberta, poderiam vir muitas pessoas e dar confusão”, conclui.
A greve dos rodoviários chegou ao fim nessa quinta-feira. A categoria aceitou a proposta de reajuste de 9%.
O Restaurante Universitário funciona de 11h às 14h no almoço e de 17h às 19 no jantar. Serve em média 5 mil refeições por dia. O valor varia entre R$ 0,50 para estudantes do Grupo I e R$ 5 para visitantes.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 21/01/2011: Cozinha do RU volta a operar em março

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UnB Agência

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL - 21/01/2010

Marcelo Camargo/UnB Agência
 
Cozinha do RU volta a operar em março
A partir do primeiro dia de aula, comida do Restaurante Universitário será produzida na nova cozinha

Thais Antonio - Da Secretaria de Comunicação da UnB

A obra do Restaurante Universitário (RU) será entregue ainda este mês, a tempo de ativar a nova cozinha para atender os alunos já no próximo semestre. “A obra será entregue até sexta-feira da semana que vem, com prioridade para a cozinha”, diz Arnaldo Gratão, diretor de obras da Prefeitura do Campus. Desde março de 2009, o RU compra a comida do almoço e do jantar de uma empresa terceirizada e serve a comunidade acadêmica pelo mesmo preço de quando produzia as próprias refeições (R$ 2,50 para estudantes e servidores).

Marcelo Camargo/UnB Agência
Com o fim da reforma na cozinha, RU voltará a produzir comida para a comunidade
Após a entrega da obra, ainda são necessários 15 dias para limpeza do espaço e para testar as instalações da nova cozinha. “Como estamos adquirindo novos equipamentos, vamos precisar testá-los para garantir a higiene do ambiente”, diz a nutricionista do RU, Jamilie Moraes.
Foram reformados cozinha, banheiros, vestiários, instalações administrativas, pontos de distribuição (cozinhas-minuto) e a parte de lavagem de pratos e talheres. Só os refeitórios não passaram por reforma. 

EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS - Em visita ao RU, já na etapa final do projeto de recuperação do restaurante, o Reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior elogiou o andamento da obra. “As obras revitalizaram a parte de produção e administração e permitem que o restaurante continue atendendo a sua finalidade, com horizonte de expansão e dentro das exigências técnicas, inclusive sanitárias”, diz.

Roberto Fleury/UnB Agência
Reitor José Geraldo conferiu de perto o andamento da reforma, que está na fase final
Como a reforma é apenas interna e preserva a arquitetura do prédio, o reitor ressaltou a atualidade do projeto do professor José Galbinski. “Tem que se valorizar que o projeto, mesmo após tantos anos, ainda está atendendo a sua função”, disse o reitor. Para Silvano Pereira, prefeito do campus, a reforma foi um “resgate do coração do restaurante”. 

A obra foi feita com recursos e pessoal da UnB. Projetada e coordenada pela equipe técnica da Prefeitura, uniu esforços dos servidores para ficar pronta a tempo. “Uma obra de fôlego produzida toda dentro da UnB mostra a competência do nosso staff. Vamos iniciar o semestre com o restaurante recuperado em sua plenitude de funcionamento”, diz o reitor.

RECURSOS HUMANOS - Segundo a diretora do RU, Cristiane Costa, a reforma “vai melhorar as condições higiênico-sanitárias para a produção e as condições de trabalho para o servidor”. A professora Rachel Nunes da Cunha, Decana de Assuntos Comunitários da UnB, também acredita na importância da recuperação do RU para o bem-estar do servidor. “Entendo que a obra é muito importante para a universidade. Não só para a comunidade, mas garantindo melhores condições de trabalho para os servidores. É muito importante servir bem a quem serve a comunidade”, diz.

Os vestiários dos funcionários ganharam novos chuveiros, aumento do número de cabines, chão de granito e novos armários. “Um bom ambiente de trabalho muda a relação do funcionário com a atividade. Melhora as condições de saúde e aumenta o respeito pelo patrimônio”, diz a decana.

O RU opera, atualmente, com 184 servidores. Com a reforma, que aumenta o volume de produção do restaurante, esse número deve subir para 210. As novas instalações têm capacidade para servir até 10 mil refeições por turno. Em período letivo, o RU serve de 4 a 5 mil refeições na hora do almoço. Uma possível expansão do atendimento do restaurante depende de novos refeitórios, para comportar o público de acordo com a capacidade de produção da cozinha. 

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 10/05/2011: Funcionários terceirizados fecham RU

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UnB Agência

COMUNIDADE - 10/05/2011

Funcionários terceirizados fecham RU
Eles reclamam de atraso no pagamento que deveria ter sido feito na sexta-feira. Sindicato vai entrar com representação no Ministério Público

Henrique Bolgue e Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O Restaurante Universitário não serviu almoço nesta terça-feira. O motivo foi uma paralisação dos funcionários terceirizados, cujo pagamento foi atrasado. O protesto era direcionado a três empresas contratadas pela UnB: Prestacional (serviços gerais e recepção), AST (servente de limpeza) e Monte Sinai. A diretora do RU, Cristiane Costa, afirmou que o jantar já está garantido. 

O pagamento deveria ter sido feita na última sexta-feira. No total, são 522 funcionários da AST, 209 da Prestacional e 154 do Monte Sinai.  De manhã, cerca de 80 trabalhadores terceirizados fizeram manifestação na reitoria da UnB. Eles foram recebidos pela decana de Gestão de Pessoas, Gilca Starling, e pelo decano de Assuntos Comunitários, Eduardo Raupp. 

Luiz Filipe Barcelos/UnB Agência
Cerca de 80 funcionários terceirizados subiram a rampa da reitoria em protesto

Mauro Mendes, coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), afirmou que vai entrar com representação no Ministério Público do Trabalho. “As empresas que atrasam o pagamento para além do 5º dia útil têm que pagar multa proporcional ao número de funcionários”, afirma.  

ALMOÇO – Com a paralisação muitos estudantes que almoçam diariamente no local tiveram que mudar os planos. Lucio Gomes ficou surpreso com o fechamento, algo por que já passou nos seus 10 semestres na Engenharia Mecânica. “Achei que era mais uma greve geral”, disse. “Mesmo não gostando do fechamento, acho que é um direito dos funcionários”, acredita. Rousseau Medeiros, do 4º semestre de engenharia eletrônica, apelou para os brigadeiros vendidos em frente ao restaurante. “Infelizmente quem perde nesses embates são os estudantes, a parte mais fraca da universidade”. 

Glenda Lopes, do 10º semestre de psicologia, teve uma decisão mais difícil. Como faz parte dos estudantes que almoçam o cardápio especial – voltado a hipertensos e diabéticos – acabou sem opções. “Não consigo achar algo parecido por aqui, e por falta de tempo temos que recorrer a salgadinhos e sanduíches rápidos”.

É o que fez Paulo Vitor, do 2º semestre do Direito. Ele almoçou em uma das lanchonetes que ficam em frente ao Ceubinho, que estavam com movimento bem acima do normal. Lá, pediu um sanduíche que leva hambúrguer, salsicha, bacon, entre outros ingredientes nada saudáveis. “Comer isso uma vez ou outra tudo bem, mas se prolongar fica difícil para a saúde e para o bolso”. Ele pagou R$ 6,50 pelo sanduíche. No Restaurante Universitário, pagaria R$ 3 pela refeição. 

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 30/05/2011: RU ficará fechado nesta terça

Presente em: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=5150

UnB Agência

COMUNIDADE - 30/05/2011


RU ficará fechado nesta terça
Defeito na resistência da caldeira motivou interrupção dos serviços. 
Empresa que reformou o equipamento fará os reparos

Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB


O Restaurante Universitário não vai servir almoço e jantar nesta terça-feira. O motivo foi vazamento identificado em uma das resistências da caldeira, aparelho que gera o vapor usado no cozimento dos alimentos. O defeito foi identificado durante a preparação do almoço de hoje.

“O café da manhã desta terça também será servido normalmente”, afirmou a diretora do RU, Cristiane Costa. O conserto será feito amanhã, às 15 horas, pela empresa Atec Combustão e Caldeiras, a mesma que fez a reforma do equipamento nos dias 20 e 21 de maio. “O serviço da empresa ainda está na garantia”, explica Cristiane. Segundo a diretora, a previsão é que os serviços já estejam normalizados na quarta-feira.
Os estudantes classificados nos grupos 1 e 2 de assistência estudantil, moradores da Casa do Estudante (CEU), serão ressarcidos no valor de R$ 15 pelo não funcionamento do RU nesta terça.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

UnB Agência, 30/05/2011: UnB começa a preparar comemoração dos 50 anos

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UnB Agência

50 ANOS DA UNB - 30/05/2011


Mariana Costa/UnB Agência
 
UnB começa a preparar comemoração dos 50 anos
O Festival Latino-Americano e Africano de Arte e Cultura, o FLAAC 2012, que será realizado no ano que vem, fará parte das comemorações dos 50 anos da UnB

Thais Antonio - Da Secretaria de Comunicação da UnB


A primeira reunião da comissão organizadora dos 50 anos da universidade começou a discutir as ideias para celebrar o jubileu. Dos 27 integrantes, 25 estiveram presentes na mesa de discussão na tarde desta segunda-feira, 30 de maio. Entre as propostas, surgidas a partir de um brainstorm (“tempestade de ideias”, em inglês), estavam a recuperação da história da universidade, a organização de seminários, a publicação de livros, um concurso de monografias temáticas e a abertura dos portões para a comunidade conhecer o que se produz na Academia.

“Vamos traduzir as sugestões em um projeto e convidar as unidades acadêmicas para apresentar suas propostas”, afirmou o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, presidente da comissão. Ele ressaltou que o encontro foi importante para os integrantes do grupo se conhecessem e para que tivessem uma noção do volume e do tipo de trabalho que vem pela frente.

O fotógrafo Luis Humberto Pereira, um dos fundadores da UnB, defendeu o resgate da história da universidade, que passou os 20 anos de ditadura sob forte pressão dos militares. Lembrou que o espírito rebelde dos criadores da UnB foi interrompido pelo golpe de 1964. “A universidade é algo que incomoda. O conhecimento é algo que não permite que coisas como 1964 aconteçam”, ensinou o professor aposentado. “Nesses 50 anos, precisamos responder por que nós existimos enquanto universidade”.

O professor emérito Aldo Paviani, autor do clássico Brasília, a Metrópole em Crise, na UnB há 42 anos, também recordou sem nostalgia a passagem dos militares pelo campus. “Todos sofremos para dar aulas. Tínhamos medo de falar qualquer besteira e sermos presos”, declara. “É importante que os registros históricos sejam escritos e que as fotos sejam colocadas em um painel”.

Outro que falou sobre a importância de aproveitar o cinquentenário para unir passado e futuro do campus foi o arquiteto e professor aposentado José Carlos Córdova Coutinho. “O Jubileu é uma ocasião para que se retome o ideal fundador da Universidade de Brasília”, afirma. 

Para a representante do Diretório Central dos Estudantes, Luana Weyl, é importante incluir na agenda das comemorações a história da Casa do Estudante Universitário (CEU) e as pautas em que a UnB inovou. “É preciso valorizar as questões em que a UnB foi pioneira, como as cotas”, afirma. “A universidade está sempre em transformação. É bom lembrar quem fez esses 50 anos”, pontua. Ela lembrou ainda que a UnB vai realizar o 2º Congresso Estatuinte este ano e que esse é um marco na história da universidade.

FLAAC – O Festival Latino-Americano e Africano de Arte e Cultura, o FLAAC 2012, que será realizado no ano que vem, fará parte das comemorações dos 50 anos da UnB. O decano de Extensão, Oviromar Flores, presidente da comissão organizadora do festival, acredita que uma das frentes de atuação do decanato será a presença de estudantes do ensino fundamental e médio na UnB, tanto nas atividades dos 50 anos quanto no FLAAC. “É importante saber como são os cursos, como se entra na universidade e como se mantém aqui”, explica. “É impossível sonhar com o que a gente não conhece”.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

UnB Agência, 30/05/2011: UnB é cenário do filme Faroeste Caboclo

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CINEMA - 30/05/2011


Divulgação
 
UnB é cenário do filme Faroeste Caboclo

Cinco cenas foram gravadas no campus Darcy Ribeiro nas últimas semanas. Trama dirigida por ex-aluno da UnB traz a personagem Maria Lúcia como aluna da Faculdade de Arquitetura 

Thais Antonio - Da Secretaria de Comunicação da UnB


A música Faroeste Caboclo, que marcou a história do rock brasileiro na voz de Renato Russo, então vocalista da banda Legião Urbana, vai virar filme sob a direção de um ex-aluno da Universidade de Brasília e com cinco cenas gravadas no campus Darcy Ribeiro, onde acontece parte da trama. As filmagens previstas para a UnB e outros pontos de Brasília terminaram na última semana. O lançamento da película está previsto para o período entre o final deste ano e início de 2012.
Para transformar a música de quase dez minutos de duração em uma hora e meia de exibição nas telonas, o diretor René Sampaio, que estudou na Faculdade de Comunicação (FAC), criou personagens e incrementou a trama. Maria Lúcia, a “menina linda” para quem João de Santo Cristo “promete o coração”, por exemplo, virou filha de senador e estudante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), além de ganhar uma turma de amigos. A personagem será representada pela atriz Ísis Valverde, que atuou em cinco novelas da Rede Globo, a última delas, Ti ti ti, no ano passado. João de Santo Cristo será interpretado por Fabrício Boliveira, que atuou na novela Sinhá Moça e viveu o personagem Saci no Sítio do Pica Pau Amarelo.
Uma das cenas protagonizadas por Ísis Valverde acontece no Instituto Central de Ciências, o Minhocão, onde a personagem Maria Lúcia é mostrada apresentando sua monografia de final de curso. René Sampaio revela que a decisão de descrever Maria Lúcia como estudante da FAU não foi aleatória. “Era o caminho mais interessante para a personagem que a gente criou, pelo background que ela tem e pelo que ela representa dentro do filme”, explica. “O centro de conhecimento e de encontro dessa geração toda era a UnB, que era muito importante para a formação brasiliense”, acrescenta. Outra característica que o diretor considerou foi a arquitetura da universidade. “O traçado da UnB conversa muito bem com a profissão dela. Foi um ‘casamento’”, afirma.
O Minhocão é palco ainda de outras quatro cenas. Uma delas é de uma festa de rock no Udefinho. Outra, no estacionamento, mostra o personagem João de Santo Cristo aprendendo a dirigir. “Engraçado foi que no dia em que filmamos essa cena havia também um pai ensinando o filho no mesmo lugar”, comenta o diretor. Há ainda cenas de uma discussão entre o casal de protagonistas e de um pôr do sol presenciado pelos dois na lage do Instituto Central de Ciências. “Não estamos filmando a música. Estamos fazendo uma adaptação fiel aos eventos e ao sentimento que a musica provoca”, explica o diretor.
Divulgação
Foto inédita de Maria Lúcia e João de Santo Cristo no estacionamento do ICC

René entrou na UnB em 1992 e não viveu na universidade a época em que o filme se passa: de 1979 a 1981. Para isso, a produção do filme fez pesquisas de época e usou como uma das principais fontes o Jornal Campus, produzido por estudantes da Faculdade de Comunicação. “A gente queria saber como eram os estudantes dessa época. O que eles vestiam, escutavam. A Faculdade de Comunicação abriu as portas para a gente fazer essa pesquisa”, conta o diretor.
Reprodução/UnB Agência
Tulio no papel de Dudu, ao lado do traficante Jeremias (Felipe Abib)


UNB NO ELENCO – As cenas filmadas em Brasília envolvem cerca de 30 atores, mais da metade da própria cidade. Entre eles estão alunos e ex-alunos da UnB, como Tulio Starling, que tem um papel de destaque no longa. Ele é estudante do 4º semestre de Artes Cênicas e encarna Dudu. O personagem é o braço-direito do playboy Jeremias, estrelado por Felipe Abib, inimigo do protagonista João de Santo Cristo.
Tulio fez os testes iniciais para o papel de João de Santo Cristo. Chegou até mesmo a participar de uma oficina no Rio de Janeiro com vários candidatos, onde, segundo conta, ajudou a “desmistificar algumas coisas sobre Brasília”. “Levei Brasília pra lá”, diz. O papel de Dudu veio algum tempo depois.
Tulio, que já tinha participado de cinco curtas-metragens, revela que para construir o personagem usou um pouco da “inconsequência” que lhe deu o prêmio de melhor ator do Festival de Brasília de 2008 pelo papel de um dos jovens que toca fogo no índio Galdino, em A Noite por Testemunho. “A ideia era criar um personagem que quer exercer o poder perante os outros de forma exarcebada”, explica. “Os elementos que eu tinha eram: sou rico, filho de gente importante e não tem muita gente aqui. A cidade realmente pode ser minha”.
O curso da UnB, segundo o ator, foi importante para o processo de preparação e atuação. “O olhar científico e a preparação técnica foram os diferenciais”, afirma. “No meio do cinema é uma coisa rara um estudante que está no mercado e na Academia”. Tulio também ajudou os atores de fora a construir os sotaques, as gírias e os trejeitos da capital.

Mariana Costa/UnB Agência
Chiquinho com o livro que Ísis Valverde comprou. A atriz tentou disfarçar quem era

MULHER BONITA PAGA – Os atores não passarem despercebidos pelo Minhocão. Ísis Valverde, que esteve na Livraria do Chico, na Ala Norte do Minhocão, foi reconhecida imediatamente pelo livreiro. “Perguntei se era a atriz Ísis Valverde, mas ela disse que não”, conta Francisco Joaquim de Carvalho, o Chiquinho, que vende milhares de títulos no lugar há mais de 30 anos.
Chiquinho não acreditou. Mas tratou-a como a todos os frequentadores da banca onde vende milhares de títulos há mais de 30 anos. Sugeriu a ela o livro Cultura: um conceito antropológico, do professor do Departamento de Antropologia da UnB, Roque de Barros Laraia. Ela gostou da indicação e, quando foi pagar no cartão de crédito, confirmou a suspeita de Chiquinho. Estava lá o nome que ela tentava esconder. Quando questionado se deu o livro de presente a ela, o vendedor foi categórico. “Eu não. A boniteza dela não paga as contas”, diverte-se. 

René Sampaio, diretor do longa Faroeste Caboclo, fala à UnB Agência sobre o filme.


UnB Agência - A música é muito grande, não tem refrão e todo mundo sabe cantar. Como você explica essa relação, digamos até, emocional, com essa letra?
René Sampaio - Estou atento a esse sentimento. Não sei o que gera, mas sei que me comovi também. Não dá pra explicar a arte. É uma coisa mítica, que não tem como explicar.

UnB Agência - Como é voltar para a UnB na condição de diretor?
René Sampaio -
Desde que eu era estudante, a UnB era cenário dos filmes que eu fazia. Fiquei muito feliz. Filmar na UnB não foi uma forçação de barra, foi uma necessidade dramática. Fiquei muito feliz de estar de volta e viver um pouquinho da UnB de novo.

UnB Agência - Como você interpretou a música para dar algumas respostas que a letra não dá?René Sampaio - Breve nos cinemas perto de você (risos). O processo foi bastante instigante. Passamos muito tempo procurando soluções, procurando as personagens. Foram três anos de elaboração do roteiro.

UnB Agência - Como surgiu a ideia de fazer um filme a partir de Faroeste Caboclo?
René Sampaio -
Lembro que eu ouvi a música várias vezes e sempre pensei que ia fazer um filme. Sempre preenchi minha mente com as imagens e com a vontade de filmar. Mas oficialmente, isso foi divulgado há uns cinco anos. Todo filme, do dia em que o diretor tem a ideia até fazer o filme, leva mais ou menos cinco anos. Para quem não está acostumado parece longo.

UnB Agência - E a relação entre a história de João de Santo Cristo e a saga de Jesus Cristo?
René Sampaio -
O filme é baseado na música. Não tem referências explícitas a isso. Mas tem a coisa da traição, da epopeia. Na mísica tem uma coisa meio nas entrelinhas. Isso está nas entrelinhas do filme. Tem relação como tem com a música. Mas isso é uma raciocínio que as pessoas vão elaborar após ver o filme pronto. Um filme você faz três vezes. A primeira quando faz o roteiro. A segunda quando filma e a terceira quando faz a montagem. Agora que eu vou descobrir o que disso vai pra tela do cinema. É cedo, apesar de eu reconhecer os elementos dessa trajetória


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